Results for 'Erin E. Devers'

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  1. Using experience sampling to examine links between compassion, eudaimonia, and prosocial behavior.Jason D. Runyan, Brian N. Fry, Timothy A. Steenbergh, Nathan L. Arbuckle, Kristen Dunbar & Erin E. Devers - 2019 - Journal of Personality 87 (3):690-701.
    Objective: Compassion has been associated with eudaimonia and prosocial behavior, and has been regarded as a virtue, both historically and cross-culturally. However, the psychological study of compassion has been limited to laboratory settings and/or standard survey assessments. Here, we use an experience sampling method (ESM) to compare naturalistic assessments of compassion with standard assessments, and to examine compassion, its variability, and associations with eudaimonia and prosocial behavior. -/- Methods: Participants took a survey which included standard assessments of compassion and eudaimonia. (...)
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  2. Ownership reasoning in children across cultures.Philippe Rochat, Erin Robbins, Claudia Passos-Ferreira, Angela Donato Oliva, Maria D. G. Dias & Liping Guo - 2014 - Cognition 132 (3):471-484.
    To what extent do early intuitions about ownership depend on cultural and socio-economic circumstances? We investigated the question by testing reasoning about third party ownership conflicts in various groups of three- and five-year-old children (N = 176), growing up in seven highly contrasted social, economic, and cultural circumstances (urban rich, poor, very poor, rural poor, and traditional) spanning three continents. Each child was presented with a series of scripts involving two identical dolls fighting over an object of possession. The child (...)
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  3. (1 other version)A INSUPERÁVEL SEPARAÇÃO ENTRE SER E DEVER-SER EM HANS KELSEN E A NEGAÇÃO DE TAL DISTINÇÃO PELA TRADIÇÃO JUSNATURALISTA.Rubin Souza - 2013 - Seara Filosófica 1 (7):65-75.
    A separação entre o ser, isto é, o ato, e o dever-ser, ou seja, o sentido de comando, permissão etc.. do ato é parte fundamental para o entendimento da epistemologia proposta por Hans Kelsen. Dessa discriminação entre o ser e o dever-ser há o principal argumento do autor para a separação do direito das ciências causais e, principalmente, a superação da falácia naturalista no âmbito teórico e moral. Nesse sentido, também o artigo se propôs a analisar a refutação de Kelsen (...)
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  4. Natureza humana, dever moral e finalidade do Estado em Maquiavel.José Luiz Ames - 2006 - Reflexão 31 (90):63-70.
    Partimos do estudo na noção de homem presente no pensamento de Maquiavel para estabelecer a idéia de Estado e sua relação com a ética. Existe, quanto a esta questão, uma vasta polêmica na tradição interpretativa e que podemos reduzir a duas perspectivas fundamentais. Primeira: Maquiavel compreende a natureza humana como corrompida de forma definitiva, o que transforma o Estado em instrumento puramente coator da malevolência humana. Nesta ótica, não há espaço para pensar em finalidades éticas do Estado. Segunda: mesmo partindo (...)
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  5. Making AI Intelligible: Philosophical Foundations. By Herman Cappelen and Josh Dever. [REVIEW]Nikhil Mahant - forthcoming - Philosophical Quarterly.
    Linguistic outputs generated by modern machine-learning neural net AI systems seem to have the same contents—i.e., meaning, semantic value, etc.—as the corresponding human-generated utterances and texts. Building upon this essential premise, Herman Cappelen and Josh Dever's Making AI Intelligible sets for itself the task of addressing the question of how AI-generated outputs have the contents that they seem to have (henceforth, ‘the question of AI Content’). In pursuing this ambitious task, the book makes several high-level, framework observations about how a (...)
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  6. Sociologia e o conceito de democracia.Emanuel Isaque da Silva - manuscript
    O conceito de democracia como “poder do povo” surgiu na Grécia antiga, aproximadamente no século V a. C. O termo demokratia é composto dos vocábulos demos, “povo”, e kratos, “poder”. A democracia é, assim, um regime político que pressupõe a existência de um governo direto ou indireto da população mediante eleições regulares para os cargos administrativos do país, do estado ou do município. No entanto, o exato significado de “poder do povo” depende do período histórico e da sociedade que se (...)
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  7. A Educação de Jovens e Adultos como Transformação Social.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Meuri Rusy Maria do Nascimento - 2017 - Dissertation,
    Monografia apresentada à banca examinadora da Escola Municipal Manuel Teodoro de Arruda, anexa do Colégio Frei Cassiano de Comacchio em Belo Jardim, para a obtenção do título de concluinte do curso de Normal Médio, oferecido pela instituição. A natureza do trabalho, em suma, consiste em apresentar perspectivas de trans formação social para a comunidade de jovens e adultos, o principal programa cunho do trabalho é a Educação de Jovens e Adultos a EJA, e como esse programa intervém na sociabilidade e (...)
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  8. Cidadania Formal e Cidadania Real: Divergências e Direitos Infantis.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Cidadania Formal e Cidadania Real: Divergências e Direitos Infantis -/- 1 Introdução sobre o que seria cidadania -/- Para o clássico sociólogo francês Durkheim, a ideia de cidadania é questão de coesão social, isto é, essa coesão social nada mais é do que uma ideia de um Estado que mantém os indivíduos unidos (mais parecido com a ideia do fascismo em seus primórdios, que consistia basicamente na união do povo como um feixe), integrados a um grupo social, ou simplesmente, um (...)
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  9. Introdução a Cidadania e aos Direitos Humanos.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Há uma vinculação direta entre democracia, cidadania e direitos humanos. Uma sociedade será mais democrática à medida que os direitos de cidadania se ampliarem para uma quantidade maior de seus membros. Nesse sentido, qual é o critério utilizado para definir o grau de expansão da cidadania em uma sociedade? • Cidadania Com base na trajetória histórica inglesa, o sociólogo T. H. Marshall2 estabeleceu uma divisão dos direitos de cidadania em três estágios. O primeiro ocorre com a conquista dos direitos civis (...)
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    O ser cidadão no Brasil: Um problema de semântica, de conceito, não entendimento do termo, não ativação e efetividade da prática ou uma economia da concretude?Marcelo Barboza Duarte - 2023 - Revista Caminhos da Educação: Diálogos, Culturas e Diversidades (Issn:2675-1496) 5:2-37.
    Muito se ouve falar em cidadão, ser cidadão, direitos e deveres do cidadão, bem como atuar ativamente enquanto cidadão. Porém, inúmeras pessoas ignoram esse tão complexo, profundo e importante termo. Saber sua origem, etimologia, sentido e significados são de suma importância para os sujeitos que fazem parte de uma estrutura, sistema e conjuntura social que abarca os indivíduos como seus cidadãos. Desse modo, o presente trabalho busca uma compreensão mais aprofundada do que é cidadão, ser cidadão, sua origem, ativação e (...)
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  11. Wolff e Kant sobre obrigação e lei natural: a rejeição do voluntarismo teológico na moral.Cunha Bruno - 2015 - Trans/Form/Ação 38 (3):99-116.
    RESUMO:O objetivo deste artigo é discutir sobre os conceitos de obrigação e lei natural, tendo como referência o polêmico debate moderno envolvendo intelectualismo e voluntarismo. Em um primeiro momento, destacaremos a rejeição de Wolff ao voluntarismo de Pufendorf e sua orientação em direção ao intelectualismo de Leibniz. Conforme essa nova orientação, uma teoria da lei natural não deve basear seu conceito de obrigação na autoridade das leis e em seu poder coercitivo, mas, por outro lado, unicamente na ideia de necessidade (...)
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  12. A moral antiga e a moral moderna.Victor Brochard & Jaimir Conte - 2006 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 8 (1):136-146.
    O artigo a seguir, “A moral antiga e a moral moderna” (“La morale ancienne et la morale moderne”), foi publicado originalmente na Revue Philosophique, ano XXVI, janeiro de 1901, p. 1-12. Nele, Brochard discute as principais diferenças entre a moral antiga e a moral moderna, destacando a ausência na moral antiga das idéias de dever e obrigação, tão caras à moral moderna a ponto de hoje não a concebermos sem elas. O esclarecimento das razões que levaram os modernos a entender (...)
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  13. O Princípio de Reciprocidade: conceitos, exemplos, princípios e como evitá-lo.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    O PRINCÍPIO DE RECIPROCIDADE: CONCEITO, EXEMPLOS, PRINCÍPIOS E COMO EVITÁ-LO -/- THE RECIPROCITY PRINCIPLE: CONCEPT, EXAMPLES, PRINCIPLES AND HOW TO AVOID IT -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - CAP-UFPE/IFPE-BJ/UFRPE. [email protected] ou [email protected] WhatsApp: (82)98143-8399 -/- PREMISSA -/- Desde a infância, somos ensinados a sermos gratos e devolver os favores que eles nos fizeram. Nós temos essa regra tão internalizada que funciona em muitos casos automaticamente. O problema é que existem pessoas, empresas e associações que usam essa regra contra nós, (...)
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  14. O que é a Educação Infantil?Khyara Fantollini dos Santos - manuscript
    Entendemos a Educação Infantil em amplo sentido, isto é, há um leque de conceitos em que pode-se gozar dentro da Pedagogia e as Ciências da Educação, é nessa modalidade de ensino que podem-se englobar todas as esferas educativas vivenciadas pelas crianças de, conforme Lei, 0 à 5 anos de idade, pela família e, também, pelo próprio corpo social, antes mesmo de atingir a idade educativa obrigatória que é, vide Lei, aproximadamente a partir dos 7 anos de idade. A EI também (...)
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  15. TEMPO DA DECISÃO E CHAMADO À DECISÃO NA PREGAÇÃO ÉTICO-ESCATOLÓGICA DE JESUS CRISTO: DA PROCLAMAÇÃO DO REINO DE DEUS NA TEOLOGIA ESCATOLÓGICO-EXISTENCIAL DE BULTMANN.Luiz Carlos Mariano da Rosa - 2020 - Revista Último Andar, Cadernos de Pesquisa Em Ciência da Religião, PUC/SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo [São Paulo, Brasil] 23 (36): 160 - 189.
    Se a pregação de Jesus consiste no pressuposto da teologia neotestamentária, segundo o pensamento de Bultmann, a análise do seu conteúdo emerge como fundamental para a compreensão do querigma cristão e da construção literário-teológica da comunidade primitiva. Dessa forma, o artigo se detém na pregação ético-escatológica de Jesus, que anuncia o reino de Deus e o tempo da decisão e o chamado à decisão, que converge para a radicalidade e exige a obediência escatológica enquanto realização da vontade de Deus. Assim, (...)
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  16. Sófocles: Teatro, Política e Desobediência Civil.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    Ciência Política: Introdução à Sófocles*1 -/- Science Politics: Introduction to Sophocles -/- Emanuel Isaque Cordeiro da Silva*2 -/- Sófocles (496/4-406 a.C.) -/- 1 CONTEXTO HISTÓRICO: TEATRO E POLÍTICA -/- Na Grécia antiga, o teatro fazia parte das celebrações religiosas, especialmente nos rituais e representações dos festivais em homenagem ao deus Dionísio. A tragédia nasceu de tais circunstâncias, culminando seu apogeu no século V a.C., com as peças de Ésquilo*3 (525-456a.C.), SÓFOCLES*4 (496/4-406 a.C.) e Eurípedes*5 (480-406 a.C.). Pode-se dizer que, contrário (...)
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  17. Dilemas deônticos e escolha: considerações pragmáticas.Rafael Testa - 2009 - Revista Brasileira de Filosofia 232:231-246.
    Neste artigo fazemos uma discussão conceitual acerca da ferramenta de escolha por nós apresentada no trabalho “Solving Normative Conflicts using Preference Relations”, isto é, explicitamos a racionalidade subjacente a tal ferramenta, bem como as consequências práticas de sua aceitação.
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  18. Se não há Deus, tudo é permitido? Entre Dostoiévski e Immanuel Kant.Guilherme Felipe Carvalho & Antônio Salomão Neto - 2023 - Problemata Revista Internacional de Filosofia 14 (1):137-148.
    O presente artigo pretende explorar a máxima contida em Os irmãos Karamázov (se não há Deus, tudo é permitido?) à luz do pensamento de Immanuel Kant. Para tanto, se vale do pensamento de Dostoiévski apenas na medida em que ele serve como auxílio na apresentação da ideia de Deus e de sua relação com a posição do ateu. Tendo em vista a filosofia kantiana, buscamos não apenas a apresentação dessa ideia, mas também sua relação com o ato moral e com (...)
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  19. Posthuman Ecologies of the Corpse. [REVIEW]Marietta Radomska - 2019 - Women, Gender and Research 28:124-126.
    Erin E. Edwards’ "The Modernist Corpse: Posthumanism and the Posthumous" offers a unique study of the critical and creative potential of the corpse in the context of (primarily) American modernist literature and other media. Dead bodies, oftentimes “radically dehumanized” (p. 1) and depicted en masse in direct relation to atrocities of colonialism, slavery and World War I, populate modernist literature and art. While many literary theorist whose work focuses on American modernism (as Edwards herself notes), looks at death and (...)
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  20. Fertilidade em Vacas Leiteiras: Fisiologia e Manejo.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    FERTILIDADE EM VACAS LEITEIRAS: FISIOLOGIA E MANEJO -/- INTRODUÇÃO -/- A fertilidade das vacas com aptidão leiteira tem apresentado queda de quase 1% ao ano nos últimos 30 anos como apresentam os estudos acerca da reprodução de bovinos leiteiros; essa diminuição tem coincidido com um aumento sustentado na produção de leite. Estudos realizados a partir da década de 1960 pelo NRC, demonstraram que nos rebanhos leiteiros da América do Norte, nessa década, era conseguido emprenhar até 65% das vacas inseminadas, enquanto, (...)
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  21. O chamado à decisão entre o conhecimento da vontade de Deus e o arrependimento na teologia escatológico-existencial de Bultmann.Luiz Carlos Mariano da Rosa - 2020 - Caminhando 25 (3):161-184.
    Se a pregação de Jesus consiste no pressuposto da teologia neotestamentária, segundo o pensamento de Bultmann, a análise do seu conteúdo emerge como fundamental para a compreensão do querigma cristão e da construção literário-teológica da comunidade primitiva. Dessa forma, o artigo se detém na pregação ético-escatológica de Jesus, que anuncia o reino de Deus e o tempo da decisão e o chamado à decisão, que converge para a radicalidade e exige a obediência escatológica enquanto realização da vontade de Deus. Assim, (...)
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  22. Da Vontade Geral como Poder de Fato e Poder de Direito: do exercício da soberania popular entre a unidade multíplice da sociedade (Unitas Ordinis) e a totalidade Político-Jurídica e Econômico-Social do Estado.Luiz Carlos Mariano da Rosa - 2020 - Cadernos de Direito 19 (36):3-25.
    Ancorada na teoria de Rousseau, uma pesquisa assinala que, consistindo na condição sine qua non para o exercício da soberania popular em uma construção que converge para as fronteiras que encerram a Constituição e o Estado, a Vontade Geral envolve uma possibili-dade de articulação da totalidade dos homens enquanto desejamos em sua concreticidade histórico-cultural e econômico-social, o que implica uma universalidade concreta, que advém do conjunto de vontades e fato econômico que caracterizam uma sociedade e dinâmica das relações intersubjetivas. Dessa (...)
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  23. Introdução a formação do Estado e da Política.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    INTRODUÇÃO A FORMAÇÃO DO ESTADO E DA POLÍTICA -/- Não existe a fixação exata de quando se formou a primeira organização política, entendida esta como uma relação assimétrica, em que um, ou alguns, governam e a grande maioria é governada. Pode ter sido em Jericó, na Palestina, onde se encontrou uma velha muralha de pedra, de dez mil anos atrás, supondo-se ter abrigado de dois a três mil habitantes. A diferença possível de se fixar era de que, antes, havia apenas (...)
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  24. (1 other version)O ANTIPLATONISMO KELSENIANO COMO NÚCLEO ARGUMENTATIVO DA SUA TEORIA JURÍDICA.Rubin Assis da Silveira Souza - 2019 - Dissertation,
    A tese defende o antiplatonismo presente na obra do jusfilósofo Hans Kelsen como núcleo argumentativo da sua teoria do direito. Sustenta que a melhor definição da sua filosofia não é como neokantiana, mas como antiplatônica. Isso porque há significativas inconsistências na sua interpretação de Kant, o que a impossibilita de ser classificada como tal. Além, encontra-se na sua leitura sobre Platão referências mais sólidas e conceitos mais claros. Nesse sentido, advoga a hipótese de que a obra de Kelsen tem como (...)
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  25. CRÍTICA À LEITURA DE HANS KELSEN SOBRE A FILOSOFIA DO DIREITO DE THOMAS HOBBES.Rubin Souza - 2014 - Revista da AJURIS 41 (133):303-318.
    O artigo analisa a leitura crítica de Hans Kelsen acerca da concepção jurídico-política de Thomas Hobbes, considerando críticas posteriores à própria interpretação de Kelsen. Para tanto, investigou-se primeiramente a posição de Kelsen sobre o jusnaturalismo buscando esclarecer conceitos centrais como os do ser e dever-ser e como o autor os associa a Hobbes. Nesse sentido, observouse a limitação da leitura de Kelsen em relação à filosofia jurídica do autor – uma doutrina jusnaturalista metafísica, tendo na regra de ouro o fundamento (...)
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  26. Breve Histórico do Ensino de Filosofia no Brasil.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    O ensino de filosofia seguiu uma rota tortuosa desde a colônia até os tempos atuais. O breve histórico desse percurso tem o objetivo de reafirmar a necessidade dessa disciplina no currículo escolar, sobretudo porque sempre há aqueles que a consideram de pouca importância. No entanto, em um mundo cada vez mais pragmático, a formação exclusivamente técnica de nossos jovens dificulta o processo de conscientização crítica, além de desprezar a herança de uma sabedoria milenar. Os primeiros tempos No Brasil, desde o (...)
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  27. What is special about indexical attitudes?Matheus Valente - 2018 - Inquiry: An Interdisciplinary Journal of Philosophy 61 (7):692-712.
    In this paper, I assess whether indexical attitudes, e.g. beliefs and desires, have any special properties or present any special challenge to theories of propositional attitudes. I being by investigating the claim that allegedly problematic indexical cases are just instances of the familiar phenomenon of referential opacity. Regardless of endorsing that claim, I provide an argument to the effect that indexical attitudes do have a special property. My argument relies on the fact that one cannot account for what is it (...)
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  28. Uma nota sobre uma teoria medieval acerca de inexistentes.Ernesto Perini-Santos - 2018 - Ética E Filosofia Política 3:109-128.
    Algumas soluções medievais para o sofisma ´omnis homo de necessitate est animal´ postulam um tipo especial de ser, o ser da essência (esse essentiae), que explica como uma predicação necessária pode ser verdadeira sobre seres cuja existência é contingente. O ser da essência, distinto do ser efetivo (esse actuale), admite apenas propriedades necessárias. Deste traço se seguem duas diferenças em relação a teorias meinonguianas acerca do não ser. Inicialmente, segundo Meinong, o tipo de propriedade de um objeto é independente de (...)
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  29. Como não defender o vegetarianismo enquanto obrigação moral.Ricardo Miguel - 2017 - Philosophy@Lisbon 6:13-23.
    No artigo “O vegetarianismo como obrigação ética” (Crítica, 10 de Setembro de 2015), Moutinho defende que o vegetarianismo é uma obrigação moral. Fá-lo argumentando por duas vias: que o estatuto moral dos animais é incompatível com serem usados pelos humanos para alimentação; e que o vegetarianismo é consequência do nosso dever em preservar o equilíbrio ecológico do planeta. O meu objectivo neste artigo é mostrar que os argumentos apresentados são insuficientes para estabelecer o vegetarianismo como obrigação moral.
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  30. Os Direitos Humanos Contra as Utopias Políticas.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva, Alana Thaís da Silva & Eduarda Carvalho Fontain - manuscript
    Se vivemos juntos apenas porque temos direitos e para termos mais direitos, então não temos nenhum motivo para imaginar uma salvação comum: a salvação não está no comum, mas no próprio. Por oposição ao Direito (em inglês, Law) que, impondo-se a todos de cima para baixo, normatiza objetivamente as relações entre cidadãos, há agora o império crescente dos direitos subjetivos (em inglês, rights) reivindicações particulares que tentam impor-se a todos de baixo para cima. Esses direitos costumam ser descritos como sendo (...)
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  31. O Conceito do Trabalho: da antiguidade ao século XVI.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    SOCIOLOGIA DO TRABALHO: O CONCEITO DO TRABALHO DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XVI -/- SOCIOLOGY OF WORK: THE CONCEPT OF WORK OF ANTIQUITY FROM TO THE XVI CENTURY -/- RESUMO -/- Ao longo da história da humanidade, o trabalho figurou-se em distintas posições na sociedade. Na Grécia antiga era um assunto pouco, ou quase nada, discutido entre os cidadãos. Pensadores renomados de tal época, como Platão e Aristóteles, deixaram a discussão do trabalho para um último plano. Após várias transformações sociais entre (...)
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  32. Crítica à Metafísica.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva & Alana Thaís da Silva - manuscript
    -/- FILOSOFIA: CRÍTICA À METAFÍSICA -/- PHILOSOPHY: CRITICISM TO METAPHYSICS -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - UFRPE Alana Thaís Mayza da Silva - CAP-UFPE RESUMO: A Metafísica (do grego: Μεταφυσική) é uma área inerente à Filosofia, dito isto, é uma esfera que compreende o mundo e os seres humanos sob uma fundamentação suprassensível da realidade, bem como goza de fundamentação ontológica e teológica para explicação dos dilemas do nosso mundo. Logo, não goza da experiência e explicação científica com (...)
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  33. Reflexões sobre a Metodologia do Ensino de Filosofia.Emanuel Isaque Cordeiro da Silva - manuscript
    REFLEXÃO SOBRE A METODOLOGIA DO ENSINO DE FILOSOFIA -/- -/- REFLECTION ON THE METHODOLOGY OF PHILOSOPHY TEACHING -/- -/- Por: Emanuel Isaque Cordeiro da Silva – IFPE-BJ, CAP-UFPE e UFRPE. E-mails: [email protected] e [email protected]. WhatsApp: (82)9.8143-8399. -/- -/- -/- Etimologicamente, a palavra método é constituída pelos termos gregos metá, "por meio de", e hodós, "caminho". O método é, portanto, um "caminho por meio do qual" chegamos a um fim, atingimos determinado objetivo. -/- Vejamos qual é o desafio para o professor (...)
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  34. Failing to Treat Persons as Individuals.Erin Beeghly - 2018 - Ergo: An Open Access Journal of Philosophy 5.
    If someone says, “You’ve stereotyped me,” we hear the statement as an accusation. One way to interpret the accusation is as follows: you haven’t seen or treated me as an individual. In this essay, I interpret and evaluate a theory of wrongful stereotyping inspired by this thought, which I call the failure-to-individualize theory of wrongful stereotyping. According to this theory, stereotyping is wrong if and only if it involves failing to treat persons as individuals. I argue that the theory—however one (...)
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  35. Stereotyping as Discrimination: Why Thoughts Can Be Discriminatory.Erin Beeghly - 2021 - Social Epistemology 35 (6):547-563.
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  36. Introducing Implicit Bias: Why this Book Matters.Erin Beeghly & Alex Madva - 2020 - In Erin Beeghly & Alex Madva (eds.), An Introduction to Implicit Bias: Knowledge, Justice, and the Social Mind. New York, NY, USA: Routledge. pp. 1-19.
    Written by a diverse range of scholars, this accessible introductory volume asks: What is implicit bias? How does implicit bias compromise our knowledge of others and social reality? How does implicit bias affect us, as individuals and participants in larger social and political institutions, and what can we do to combat biases? An interdisciplinary enterprise, the volume brings together the philosophical perspective of the humanities with the perspective of the social sciences to develop rich lines of inquiry. It is written (...)
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  37. Bias and Knowledge: Two Metaphors.Erin Beeghly - 2020 - In Erin Beeghly & Alex Madva (eds.), An Introduction to Implicit Bias: Knowledge, Justice, and the Social Mind. New York, NY, USA: Routledge. pp. 77-98.
    If you care about securing knowledge, what is wrong with being biased? Often it is said that we are less accurate and reliable knowers due to implicit biases. Likewise, many people think that biases reflect inaccurate claims about groups, are based on limited experience, and are insensitive to evidence. Chapter 3 investigates objections such as these with the help of two popular metaphors: bias as fog and bias as shortcut. Guiding readers through these metaphors, I argue that they clarify the (...)
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  38. What’s Wrong with Stereotypes? The Falsity Hypothesis.Erin Beeghly - 2021 - Social Theory and Practice 47 (1):33-61.
    Stereotypes are commonly alleged to be false or inaccurate views of groups. For shorthand, I call this the falsity hypothesis. The falsity hypothesis is widespread and is often one of the first reasons people cite when they explain why we shouldn’t use stereotypic views in cognition, reasoning, or speech. In this essay, I argue against the falsity hypothesis on both empirical and ameliorative grounds. In its place, I sketch a more promising view of stereotypes—which avoids the falsity hypothesis—that joins my (...)
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  39. Variables.Joshua Bruce Dever - 1998 - Dissertation, University of California, Berkeley
    Variables is a project at the intersection of the philosophies of language and logic. Frege, in the Begriffsschrift, crystalized the modern notion of formal logic through the first fully successful characterization of the behaviour of quantifiers. In Variables, I suggest that the logical tradition we have inherited from Frege is importantly flawed, and that Frege's move from treating quantifiers as noun phrases bearing word-world connection to sentential operators in the guise of second-order predicates leaves us both philosophically and technically wanting.
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  40. Variations in judgments of intentional action and moral evaluation across eight cultures.Erin Robbins, Jason Shepard & Philippe Rochat - 2017 - Cognition 164 (C):22-30.
    Individuals tend to judge bad side effects as more intentional than good side effects (the Knobe or side- effect effect). Here, we assessed how widespread these findings are by testing eleven adult cohorts of eight highly contrasted cultures on their attributions of intentional action as well as ratings of blame and praise. We found limited generalizability of the original side-effect effect, and even a reversal of the effect in two rural, traditional cultures (Samoa and Vanuatu) where participants were more likely (...)
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  41. This paper might change your mind.Josh Dever & Henry Ian Schiller - 2020 - Noûs 55 (4):863-890.
    Linguistic intervention in rational decision making is standardly captured in terms of information change. But the standard view gives us no way to model interventions involving expressions that only have an attentional effects on conversational contexts. How are expressions with non‐informational content – like epistemic modals – used to intervene in rational decision making? We show how to model rational decision change without information change: replace a standard conception of value (on which the value of a set of worlds reduces (...)
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  42. Ethical disagreement in theory and practice.Erin I. Kelly - 2005 - Journal of Social Philosophy 36 (3):382–387.
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  43. The Constitutive Claim: Payoffs and Perils.Erin Beeghly - 2022 - Social Epistemology Review and Reply Collective 11 (2):52-60.
    In “Stereotyping as Discrimination: Why Thoughts Can Be Discriminatory,” I propose that stereotyping someone—even if you manage to keep your thoughts hidden and don’t act on them—can constitute a form of discrimination (2021b). What, Alex Madva asks, are the practical implications of this claim? Even if I am correct that stereotyping constitutes a form of discriminatory treatment, it’s still possible that people should keep on speaking and acting as if “discrimination” refers exclusively to behaviors and policies. He invites me to (...)
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  44. Embodiment and Oppression: Reflections on Haslanger, Gender, and Race.Erin Beeghly - 2021 - In Brock Bahler (ed.), The Logic of Racial Practice: Explorations in the Habituation of Racism. Lexington Books. pp. 121-142.
    This chapter is an extended version (almost 2x in length) of an essay first published in Australasian Philosophical Review. -/- Abstract: In On Female Body Experience, Iris Marion Young argues that a central aim of feminist and queer theory is social criticism. The goal is to understand oppression and how it functions: know thy enemy, so as to better resist. Much of Sally Haslanger’s work shares this goal, and her newest article, “Cognition as a Social Skill,” is no exception. In (...)
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  45. Embodiment and Oppression: Reflections on Haslanger.Erin Beeghly - 2019 - Australasian Philosophical Review 3 (1):35-47.
    In ‘Cognition as a Social Skill’, Sally Haslanger enhances her theory of oppression with new concepts: ‘mindshaping,’ ‘doxa,’ ‘heterodoxy,’ and ‘hidden transcripts.’ This essay examines these new c...
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  46. The effect of relationship status on communicating emotions through touch.Erin H. Thompson & James A. Hampton - 2011 - Cognition and Emotion 25 (2):295-306.
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  47. The Dismissal of Feminist Philosophy and Hostility to Women in the Profession.Erin C. Tarver - 2013 - APA Newsletter on Feminist Philosophy 12 (2):8-11.
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  48. AI Safety: A Climb To Armageddon?Herman Cappelen, Dever Josh & Hawthorne John - manuscript
    This paper presents an argument that certain AI safety measures, rather than mitigating existential risk, may instead exacerbate it. Under certain key assumptions - the inevitability of AI failure, the expected correlation between an AI system's power at the point of failure and the severity of the resulting harm, and the tendency of safety measures to enable AI systems to become more powerful before failing - safety efforts have negative expected utility. The paper examines three response strategies: Optimism, Mitigation, and (...)
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  49. All Together Now: Conventionalism and Everyday Moral Life.Erin Taylor - manuscript
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  50. Work/Life Integration.Erin C. Tarver - 2013 - In Christopher Luetege (ed.), Handbook of the Philosophical Foundations of Business Ethics. Springer. pp. 1191--1202.
    Some provisions of the UN’s Convention on the Elimination of Discrimination Against Women (CEDAW) are clearly important from the perspective of business ethics, particularly those calling for equal rights for women to employment and financial security. Some other provisions of CEDAW are equally as important for ethical business practices and Corporate Social Responsibility (CSR), but are frequently overlooked because of the presumption that they are not strictly business concerns: the rights of women to participation in public life, marriage, and family (...)
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